Costuma-se dizer que a política é a arte de engolir sapos. Nos dias de hoje, digo que a política é o território da farsa, onde a verdade se perde nas mentiras dos que a manipulam.
Neste mês de março completam 10 anos da malfadada operação Lava Jato. Não coincidentemente, o judiciário se depara com o dilema de rever os acordos de leniência firmados pelas empresas.
É inevitável remeter a atual conjuntura política nacional, com as revelações das investigações dos atos golpistas de 8 de janeiro, aos tempos em que o país era governado com mãos de ferro pelos militares.
O Brasil tem o dom do autoflagelo e de se destruir de tempos em tempos. Sempre que dá sinais de melhoria, algo acontece para abalar suas estruturas e desmantelar suas instituições.
A CIA, nos Estados Unidos, é responsável por coletar e analisar informações de inteligência estrangeira para assessorar o governo em questões de segurança nacional.
Findas as eleições presidenciais na Argentina no último domingo, a vitória de Javier Milei sobre Sergio Massa ratifica um padrão que vem se consolidando em eleições presidenciais.
Em tempos de reforma tributária, onde se busca ser criativo para aumentar a arrecadação e melhorar o equilíbrio fiscal, o governo tem feito peripécias para raspar o tacho e arrecadar mais.
Nesta semana, o Ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, escreveu o epitáfio da operação Lava Jato com a seguinte frase: “Maior erro do judiciário brasileiro”.
O mundo de hoje se encontra polarizado, com manifestações raivosas nas redes sociais de alcance global, por conta de posições políticas que se dividem em dois lados: a esquerda e a direita.
Definido o primeiro nome para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF) nas duas vagas abertas este ano, iniciou-se a corrida para a indicação do segundo nome, cuja escolha se dará a partir de outubro de 2023. A especulação corre solta.
Depois que o PSOL e o PCdoB entraram com ação no Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a anulação das multas de todos os acordos de leniência já fechados no Brasil.
Presidente Lula anunciou que não se aterá a lista tríplice para escolha do procurador geral da República (PGR), cujo mandato se encerra em setembro de 2023.
Sei que o sistema eleitoral brasileiro precisa de profundas mudanças. Atrevo-me a dizer, correndo o risco do exagero, que talvez merecesse ser totalmente reescrito para os tempos atuais.