A transformação do capitalismo já não pode ser lida pela lógica da permanência, mas pela velocidade com que tecnologia, capital e governança dissolvem antigas certezas e redesenham o valor das empresas no mundo.
Muito além das narrativas de mocinhos e vilões, descubra como a guerra destrói a economia global e o direito internacional. Um exame urgente sobre o nosso colapso civilizatório.
A análise da guerra não deve se guiar por simpatias políticas, mas pela urgência de expor seus drásticos custos globais e a nossa confortável indiferença diante do colapso civilizatório.
O verdadeiro motor da prosperidade não reside apenas em políticas macroeconômicas, mas na capacidade real de as economias permitirem que suas empresas cresçam.
Se a primeira parte desta análise afirmou a necessidade do realismo e a segunda delimitou seus freios institucionais, esta terceira etapa expõe a consequência estratégica da instabilidade interna.
Inspirado por Maquiavel e Weber, este artigo explora a assimetria entre os campos ideológicos no Brasil e por que a indignação moral não substitui a estratégia. Descubra por que ética sem poder é impotência no tabuleiro institucional brasileiro.
Há dois anos, escrevi neste mesmo espaço que o racismo não precisava de VAR. Naquela ocasião, o mundo assistia estarrecido aos ataques covardes vindos das arquibancadas do estádio Mestalla contra Vinícius Jr.
O projeto é idealizado por Maurício Ferro, advogado formado pela PUC do Rio de Janeiro, com formação complementar em instituições como a London School, a University of London e a Harvard Business School. Com atuação no Direito Empresarial, em Conselhos de Administração e no mercado de capitais, construiu uma trajetória que une visão jurídica, estratégica e econômica.